Trabalhos científicos

Nos anos 50, governantes dos países mais ricos criaram o projeto de desenvolvimento da produção de um alimento de alto valor nutritivo. Os laboratórios internacionais selecionaram entre 1000 plantas a Chlorella.

É a sua composição excepcional, o seu alto conteúdo em clorofila, o seu fator de crescimento e a sua capacidade de fixarem numerosas substancias tóxicas que a diferencia a Chlorella das outras plantas e lhe dá o título de GRANDE REGULADORA.

Soluções Para a Fome Mundial

A revista Science Newsletter nas suas edições de 01/janeiro e 28/agosto de 1949, anunciou que a Chlorella poderia ser a solução em pouco tempo para a fome do mundo, devido sua alta taxa de proteínas e a sua capacidade de multiplicação muito rápida.

Em 20 de agosto de 1949, a Science Newsletter publicou um importante artigo de Harold W. Milner de título: "Alga como Alimento". Ele estimou que cada acre da Chlorella, favoravelmente cultivado, poderia produzir 40 toneladas (peso líquido) por ano, o que renderia 20 toneladas de proteínas e três toneladas de gordura acre/ano. Isto seria de enorme valor para os problemas de alimentação, em pouco tempo.

A Coronet Magazine, de fevereiro de 1954, publicou um artigo "Chlorella - A Chave do Mundo da Fartura", declarando que cientistas de vários países (Japão, Alemanha, Holanda, Venezuela, Israel e Inglaterra) estavam trabalhando com o uso da Chlorella como alimento. Alguns trabalhos experimentais foram feitos sob os auspícios do governo e de grandes empresas como a Ralston Puriha e General Mills.

Reportagem da Venezuela: Um teste sobre a Lepra (Hanseníase)

O Instituto Carnegie, de Washington D.C., em 1953, publicou um folheto preparado pelos doutores Jorgem Jorgensen e Jacinto Convit, da Venezuela sobre o "Cultivo de Complexo de Alga com Outros- Organismos de Água Doce nos Trópicos". Suas experiências mostraram que esta alga, conhecida dos nativos da região como "água espessa", poderia produzir grande quantidade de caroteno a baixo custo.

Em reconhecimento as propriedades medicinais da Chlorella, Jorgensen e Convit mudaram o rumo para o uso da alga como medicamento de proteção contra doenças e para a cura dos maiores males resistente a outros medicamentos. Em 1941, eles obtiveram licença para tentar o uso da Chlorella como nutriente aos pacientes em más condições de saúde do Leprosário de Cabo Blancó; sob o patrocínio do Ministério de Saúde e Bem Estar Social da Venezuela.

O Dr. Jorgensen e o Dr. Convit usaram uma sopa de alga em pacientes muito debilitados e em estados avançados de lepra, com idades variadas, desde crianças até alguns com 70 anos de idade. Diariamente, a dosagem era de 400ml para crianças e 600ml para adultos. Este tratamento continuou por períodos variáveis, entre 1 a 3 anos. Não foi encontrado nenhum caso de reação adverso e em muitos casos a melhora foi notável.

Uso da Chlorella em Naves Espaciais

A revista Reader's Digest "Seleções", de junho de 1954, em artigo escrito por Bill Davidson previu que a Chlorella será mais importante para a humanidade que a energia atômica. O Departamento de Medicina Espacial da Força Aérea dos USA pediu a cientistas da Universidade do Texas para pesquisar a possibilidade de produzir a Chlorella como fonte de alimento e oxigênio em naves espaciais.

Foi também anunciado que a marinha do USA contratou a Universidade da Califórnia (UCLA) para pesquisar se a alga poderia ser usada para fornecer oxigênio e remover o dióxido de carbono de ambientes fechados, como os submarinos atômicos. A marinha também ajudou a desenvolver a alga como alimento para evitar a necessidade de enviar comboios carregados de alimentos para outros países em tempo de guerra.

A revista Scientific Monthly, de outubro de 1956 publicou um considerável artigo denominado "Estudos para a Cultura de Grande Escala de Alga em Israel", pelos Or. A. M. Mayer, Or. A. Ersenberg e A. Evenari, da Universidade Hebraica de Jerusalém. Seu artigo foi apresentado na Conferência de Energia Solar, em Tucson, Arizona, em outubro/novembro de 1955.

Chlorella para Alimentação Natural

                            

Foi publicado na revista Popular Mechanics Magazinel de novembro de 1956, que engenheiros e cientistas da Universidade da Califórnia estavam investigando a possibilidade do emprego da Chlorella para alimentar animais domésticos e galinhas.

A revista Science Magazine, de setembro de 19561 publicou uma reportagem com o resultado de várias pesquisas sobre o uso possível da alga como fonte de lisina e trenanina, para complemento do trigo e pães dietéticos. Observou-se que a Chlorella usada como complemento alimentar aumenta o crescimento e tornar mais saudáveis pintinhos e camundongos, enquanto outro tipo de alga não possui efeito semelhante.

Efeitos anticolesterol da Chlorella

Uma reportagem intitulada "Efeitos da Chlorella sobre o Nível do Colesterol no Sangue e no Fígado", foi editada por um grupo de pesquisadores do Hospital Wakahisa, de Fukuoka, Japão, onde foram administrados 20 comprimidos diários a 16 pacientes durante três meses, sem nenhuma droga anticolesterol. A conclusão foi que o nível de colesterol baixou significativamente. (Or. M. Okuda, Or. T. Hasegawa, Or. M. Sonoda, Or. T. Okabe e Or. Y. Tamaka, do Jornal Japonês de Nutrição, número 33 de 03/08/1975.).

Efeito antitumor da Chlorella

Um trabalho conjunto de pesquisadores da Universidade de Kamazawa, Japão e de Taipei, em Taiwan, foi apresentado no Congresso Internacional de Reims, na França, em 1985. Ele falava sobre os efeitos antitumorais da Chlorella e excepcional aumento no sistema imunológico. Em vários estudos em cobaias, os tumores têm sido vencidos com a inoculação de derivados da célula da Chlorella. O notável aumento da força do sistema imunológico foi devido a administração da Chlorella. ("Imunomodulação por Alga Unicelular­ Chlorella Pyrenoidosa - e Atividades Anti- Tumor em Cobaias Inoculadas", pelo Dr. N. Yamaguchi e equipe do Departamento de Hematologia e Microbiologia da Universidade de Kamazawa, Japão e Departamento de Bioquímica da Universidade de Taipei, Taiwan, na República da China).O ácido polissacarídeo Chlon A, obtido no extrato da Chlorella Pyrenoidosa mostra um excelente efeito carcinostático contra vários tumores em cobaias. Este efeito pode ser caracterizado pela ausência de alguma relação proporcional entre a quantidade de Chlon A e o efeito carcinostático. Em outras palavras: Chlon A exerce seu efeito em qualquer concentração. Mais ainda, Chlon A tem o efeito de intensificar o potencial de imunização, que é o aumento das células participantes da imunização. ("O Ácido Polissacarídeo, Chlon A, Chlorella Pyrenoidosa", I. Umezawa e equipe, Quimioterapia, volume 34, número 4, 1986).

O Efeito da Chlorella na necrose do fígado

Baseado no relatório: "Sobre a Qualidade da Proteína e Necrose do Fígado, Fator Preventivo de Alga Unicelular". Dr. Hermann Fink,Universidade de Cologne e Bonn, na Alemanha.

Estes Estudos se prolongam por mais de 20 anos. As pesquisas mostraram que a proteína da alga é "surpreendentemente de alta qualidade", superior mesmo da clara de ovo e dos produtos do leite, e muito superior a proteína derivadas de plantas como espinafre e alfafa. Dr. Fink concluiu que a Chlorella pode prevenir a gangrena do fígado e sugeriu dar Chlorella às pessoas que sofrem de "Kwashiorkor" ao invés das proteínas do leite.

Efeitos desintoxicante da Chlorella

Desintoxicar e remover as substâncias tóxicas do nosso organismo. Estás substâncias são venenos que entram na pessoa vinda do exterior como pesticidas ou podem derivar do próprio organismo, isto é, quando o cólon (intestino) contém bactérias que produzem substâncias tóxicas ou, ainda, como resultado de metabolismo ineficiente. A Chlorella mostrou ser valiosa como agente desintoxicante. Sua capacidade desintoxicante é devido a sua única parede celular e Sporollenin.

Revertendo envenenamento por cádmio

A Chlorella une-se fortemente ao cádmio e o faz sair do organismo, diz o Dr. T. Nagano e seu grupo da Universidade de Farmácia de Shizuoka, Japão. Ele realizou estudos nos quais foram dados Chlorella e cádmio, para determinar se o cádmio seria absorvido pela Chlorella do organismo das cobaias. Para outras cobaias foi dado somente cádmio, sem Chlorella, por 10 dias e notou-se a diminuição do crescimento, enquanto que não houve problemas com as cobaias alimentadas com Chlorella e cádmio. O nível de cádmio no sangue foi determinado e demonstrado que o cádmio que se encontrava na Chlorella não foi absorvido pelo organismo das cobaias.O estudo do uso clínico da Chlorella para desintoxicação por cádmio foi relatado no Jornal Japonês de Higiene publicado em 1978. Ele demonstrou o aumento de excreção de cádmio de pacientes sofrendo de envenenamento por cádmio.

Efeitos da Chlorella nos diabetes

Foram distribuídos dois grupos de cobaias, sendo um normal e outra diabete congênita.

Foi dado Chlorella a um grupo de cada. As cobaias diabéticas que não receberam a Chlorella começaram a morrer depois de sete meses de nascimento, e todas as outras morreram após dezenove meses. A média de prolongamento de vida foi de quinze meses. A extensão da vida das outras cobaias diabéticas que receberam a Chlorella foi de 22,6 meses. Nas cobaias normais, foi observado um significante prolongamento da vida. (Dr. Y. Yamaguchi, Departamento de Sorologia da Kamazawa Medicinal College, Japão, 1987).

Chlorella melhora a desintoxicação por mercúrio em estudo animal.

A Chlorella acelera a excreção de mercúrio em ratos, relatam cientistas da Sociedade Japonesa de Biociência, Biotecnologia e Agro química na Conferência realizada na cidade de Nagoya, Japão.
Pesquisadores separaram, por oito semanas, grupos de ratos fêmeas e deram, via oral, 5mg/kg de metilmercúrio ou 5mg/kg de metilmercúrio mais 100mg de pó de Chlorella. Um terceiro grupo de animais serviu como controle.
Os autores do estudo mediram a taxa de excreção dos animais. Inicialmente, não houve nenhuma diferença significativa na excreção de mercúrio entre os grupos. Entretanto, após 24 horas, os animais que consumiram chlorella excretaram significativamente mais mercúrio comparado ao outro grupo de animais que receberam a mesma dose de mercúrio sem Chlorella. (Study presented at the Japan Society for Bioscience, Biotechnology and Agrochemistry conference held in Nagoya City, Japan, March 29-30, 2008.)

Chlorella reduz ou estabiliza a pressão arterial, mesmo quando a medicação é parado

Em outro estudo clínico, os pacientes com hipertensão foram dados comprimidos chlorella 10g e 100 ml de extrato chlorella durante dois meses. Foram retirados todos os medicamentos de pressão arterial dos pacientes, em seguida, tratados com Chlorella. Um quarto dos pacientes houve uma diminuição na pressão arterial após tomar Chlorella durante dois meses. Os outros três quartos tiveram sua pressão arterial estabilizada, mesmo sem medicação para pressão arterial. Ler mais em http://www.naturalnews.com/034716_chlorella_blood_pressure_nutrition.html#ixzz1lex2MlSn

Chlorella foi encontrado para reduzir a dor

Em 2000, um estudo piloto foi conduzido em pacientes com fibromialgia que consumiram 10g de Chlorella na forma de comprimido e 100ml de Chlorella em forma líquida. Os sintomas foram medidos no início do tratamento, e novamente após um ano e dois meses de tratamento com Chlorella. Depois de dois meses a chlorella, os pacientes com fibromialgia relataram uma redução significativa de 22% na dor e na sensibilidade. Um terço dos pacientes acreditavam que sua saúde estava melhor depois de tomar Chlorella.

http://www.naturalnews.com/034716_chlorella_blood_pressure_nutrition.html#ixzz1lexZozsa